Madame Godard
Baal 17 estreia no Festival Noites na Nora





"Por si, são Deuses. Só por si!"
Texto, Encenação, Musicalidade e Espaço cénico: Júnior Sampaio
Interpretação: Marco Ferreira, Filipe Seixas, Rui Ramos, Sabrina Martinho, Sandra Serra, Susana Romão, Vânia Silva, Carla Castanheira e David Silva.
Desenho de luz: Hélder Simões
Operação de som: Paulo Troncão
CO-Produção Entretanto Teatro/Baal 17
Apresentação residencia Projecto Ruinas


O Projecto Ruínas desenvolve há quase uma década espectáculos a partir de textos próprios, escritos a partir de improvisações. Nesse contexto, “O molusco – 1ªparte – um work in progress”, é o resultado de 10 dias de processo em que andamos literalmente à procura de um espectáculo para apresentar. Interessa-nos a história de um actor, um actor de reputação duvidosa, que teve um final trágico, em palco. Nesta fase do processo criativo queremos experimentar os diversos níveis e dimensões da representação, ou simplesmente alguns truques para contar uma história.
Criação colectiva
Direcção – Francisco Campos
Elenco – Miguel Antunes e Pedro Pires Pinto
Teatro Artimagem
2ª Noite na Nora
Foi uma noite em grande! Um concerto muito bom de Virgem Suta.
Parabéns estão a crescer da melhor forma. Houve um pequeno problema relacionado com a potencia do quadro eléctrico que fez cortar os amplificadores de palco. Mesmo na ultima musica os Suta mostraram que tipo de banda é que são. Agarrando o publico e improvisando apenas com as vozes e praticamente sem instrumentos. Muito bom. Vão surpreender muita gente no Sudoeste.
Depois tivemos os DJ's Lorenz Factor com o VJ Faustino (sou fã) com um set que pós toda a gente a dançar logo na primeira musica(abelha maia).
A festa seguiu no Palace Club com um after party electrico dos Lorenz Factor.
Cendrev apresenta "Auto da Festa"
O primeiro dia do Festival Noites na Nora vai ser com o Cendrev e em grande festa com o "Auto da Festa".

A peça inicia-se com um discurso da Verdade, em que esta elogia o teatro e critica a corrupção existente na corte. As duas ciganas lêem a sina aos espectadores em castelhano e pedem-lhes dinheiro ou prendas. Uma das ciganas dirige-se à Verdade, que as expulsa. Em resposta, a cigana prevê-lhe um futuro sombrio. Na cena seguinte o Parvo propõe casamento à Verdade. A Velha mostra-se também disposta a casar com Rascão. A cena cómica entre a Velha e Rascão termina num pedido de casamento. Perante a urgência da Velha em realizar o casamento, Rascão acaba por fugir.
Gil Vicente serve-se posteriormente do Vilão para criticar a má aplicação da justiça e a corrupção na corte. O auto acaba com o elogio ao dono da casa (dança do pastor e das três pastoras), característico do teatro feito por encomenda
Encenação: José Russo
Música Original: Carlos Marecos
Cenografia e Figurinos: Inês de Carvalho, assistida por Luisa Miranda
Desenho de Luz: António Rebocho
Interpretação: Álvaro Corte Real, Ana Meira, Figueira Cid, Isabel Bilou, Jorge Baião, Maria Marrafa, Rui Nuno

A peça inicia-se com um discurso da Verdade, em que esta elogia o teatro e critica a corrupção existente na corte. As duas ciganas lêem a sina aos espectadores em castelhano e pedem-lhes dinheiro ou prendas. Uma das ciganas dirige-se à Verdade, que as expulsa. Em resposta, a cigana prevê-lhe um futuro sombrio. Na cena seguinte o Parvo propõe casamento à Verdade. A Velha mostra-se também disposta a casar com Rascão. A cena cómica entre a Velha e Rascão termina num pedido de casamento. Perante a urgência da Velha em realizar o casamento, Rascão acaba por fugir.
Gil Vicente serve-se posteriormente do Vilão para criticar a má aplicação da justiça e a corrupção na corte. O auto acaba com o elogio ao dono da casa (dança do pastor e das três pastoras), característico do teatro feito por encomenda
Encenação: José Russo
Música Original: Carlos Marecos
Cenografia e Figurinos: Inês de Carvalho, assistida por Luisa Miranda
Desenho de Luz: António Rebocho
Interpretação: Álvaro Corte Real, Ana Meira, Figueira Cid, Isabel Bilou, Jorge Baião, Maria Marrafa, Rui Nuno
Inicio da Montagem no espaço da Nora!
"Por Si são Deuses, só por si!"
É o nome da residência de criação artística que a equipa da Baal 17 e alguns convidados estão realizar durante o Festival Noites na Nora. Os ensaios tiveram inicio este fim de semana na Cabeça Gorda e vão continuar no Cine Teatro Municipal de Serpa até à data da estreia na Nora: dia 16 de Julho, Quinta-Feira.
É a primeira estreia do Festival deste ano. "Por si são Deus, só por si!" é uma co-produção da Baal 17 e do Entretanto Teatro de Valongo, um texto original de Júnior Sampaio que também dirige a residência.
Somos humanos. Humanos, humanos!
Criamos deuses. Criamos, criamos!
Neste teatro, amamos, amamos…
Os nossos deuses…Humanos. Humanos!
Júpiter governa o céu. Neptuno o mar.
Plutão é feio. Saturno é tempo.
Juno é ciúme. Diana é casta. Vénus é prazer!
Marte é conflito. Baco dá-nos vinho. Apolo dá-nos luz. E Mercúrio? Foi quem escreveu tudo isto. Isto é Teatro? Não. É Teatro!
É a primeira estreia do Festival deste ano. "Por si são Deus, só por si!" é uma co-produção da Baal 17 e do Entretanto Teatro de Valongo, um texto original de Júnior Sampaio que também dirige a residência.
Somos humanos. Humanos, humanos!
Criamos deuses. Criamos, criamos!
Neste teatro, amamos, amamos…
Os nossos deuses…Humanos. Humanos!
Júpiter governa o céu. Neptuno o mar.
Plutão é feio. Saturno é tempo.
Juno é ciúme. Diana é casta. Vénus é prazer!
Marte é conflito. Baco dá-nos vinho. Apolo dá-nos luz. E Mercúrio? Foi quem escreveu tudo isto. Isto é Teatro? Não. É Teatro!
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